Trump declara “emergência nacional” na fronteira entre EUA e México

Ele prometeu expulsar “todos que entrarem de forma ilegal”.

Foto: Reuters

20/01/2025 às 15:27 - Atualizado em 20/01/2025 às 15:34

Compartilhe:

Em discurso de posse, Donald Trump declarou emergência nacional na fronteira com o México e anunciou uma série de medidas contra imigração, entre elas, enviar um contingente adicional das Forças Armadas para o local. A cerimônia acontece no Capitólio, em Washington, nesta segunda-feira (20/1).

Entre as medidas anunciadas por Trump, estão:

– Instruir militares a priorizar a fronteira dos EUA e a integridade territorial.
– Acabar com a política de “captura e soltura”, pela qual os migrantes são liberados enquanto aguardam uma audiência sobre seu status de asilo.
– Acabar com o asilo e fechar a fronteira aos imigrantes que entram ilegalmente.
– Restabelecer a política de “permanecer no México” – que exige que aqueles que buscam asilo permaneçam no México antes da data de sua audiência de imigração – e construir um muro na fronteira.
– Assinar uma ordem executiva declarando emergência energética nacional.
– Cartéis vão passar a ser considerados “organizações terroristas”.
– As ações encerram as políticas de liberdade condicional da era Biden e retomam a política Permanecer no México, além de dar continuidade à ideia de construção de um muro na fronteira.

Na tarde desta segunda-feira (20/1), um novo funcionário da Casa Branca já havia afirmado, em coletiva de imprensa, que há risco na segurança pública. “Os últimos quatro anos criaram um risco inconcebível à segurança pública, à saúde pública e à segurança nacional dos Estados Unidos, devido à política de fronteira do governo Biden”, disse.

No discurso, o presidente confirmou que assinará, ainda nesta segunda, a ordem executiva que declarará emergência nacional na fronteira dos EUA com o México. Também prometeu expulsar “todos que entrarem de forma ilegal”, mudar o nome do Golfo do México para Golfo da América e declarar cartéis mexicanos como organizações terroristas.

No âmbito internacional, disse que pretende ser um “unificador e um pacificador” e mencionou o acordo de cessar-fogo assinado na semana passada entre Israel e Hamas, para o qual ele reivindica ter tido influência. Mas subiu o tom ao falar da intenção de “retomar o controle” do Canal do Panamá.

Trump também disse que vai “restaurar a liberdade de imprensa nos Estados Unidos”. Falou que os EUA terão agora “dois gêneros: o feminino e o masculino” e prometeu reintegrar funcionários públicos dispensados por não apresentarem comprovantes de vacinas de Covid.

As informações são do Metrópoles e g1

Fique sempre por dentro das últimas notícias!

Junte-se ao nosso grupo no WhatsApp e receba em primeira mão as notícias, atualizações e destaques do CulturaNews.
Não perca nada do que está acontecendo!

Clique aqui e faça parte do grupo!