O evento internacional de três dias, organizado com o apoio da Associação Internacional de Ministros Católicos da Saúde Mental e sob o patrocínio da Pontifícia Academia para a Vida, visa promover a escuta, a reflexão e a colaboração entre aqueles que acompanham indivíduos e comunidades que enfrentam sofrimento psicológico, social e espiritual.
Em um contexto de guerra, deslocamento, desigualdade e fragmentação social, a conferência busca aprofundar a compreensão da Igreja sobre como a fé, a comunidade e o cuidado pastoral informado podem nutrir a cura e a resiliência.
O fórum enfatiza que o ministério pastoral deve ser compassivo e preparado — fundamentado na proximidade humana, bem como em sólido conhecimento e discernimento.
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A conferência terá início na quarta-feira à tarde com uma missa pública na Igreja do Espírito Santo em Sassia, ao lado da Praça de São Pedro, e coincide com a intenção de oração mensal do Papa Leão XIV, que neste mês se concentra na prevenção do suicídio.
O fórum de dois dias, apenas para convidados, reúne cerca de 50 participantes, incluindo clérigos, religiosos, agentes pastorais leigos, profissionais de saúde mental e pessoas com experiência vivida.
As sessões equilibrarão a reflexão teológica com a perspetiva profissional, incentivando o diálogo aberto, a aprendizagem mútua e a partilha de abordagens práticas de diversos contextos pastorais, como zonas de conflito, comunidades migrantes, escolas e paróquias.
A conferência de trabalho também contará com o lançamento de um novo documento do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, intitulado “Saúde Mental e Acompanhamento Pastoral em Contextos de Crise Humanitária”.
Os principais temas a serem abordados incluem: “Contextos de Angústia e Resiliência” — compreendendo como o sofrimento e a resiliência se expressam nas realidades sociais, culturais e geopolíticas atuais; “Experiência Vivida e Práticas Pastorais” — explorando como os ministérios pastorais promovem a conexão e o acompanhamento em paróquias, escolas e comunidades; “Cuidando dos Cuidadores e o Ministério da Presença” — integrando o conhecimento sobre saúde mental na formação pastoral e assegurando o bem-estar daqueles que servem; e “Teologia, Antropologia e a Questão do Bem-Estar Mental” — refletindo sobre o significado do bem-estar mental à luz da teologia católica, da espiritualidade e da antropologia humana.



