O trabalho em prol de deslocado e refugiados rendeu a freira brasileira Rosita Milesi o prêmio Nansen, concedido pelo Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Ela preside o Instituto Migrações e Direitos Humanos e ajudou milhares de pessoas a conseguirem documentos administrativos, abrigos e empregos.
Cinco mulheres pioneiras foram anunciadas nesta quarta-feira como vencedoras do Prêmio Nansen para Refugiados. Elas são uma freira do Brasil, uma ativista de Burquina Fasso, uma empreendedora social síria, uma refugiada sudanesa e uma defensora de direitos nepalesa.
O prêmio é concedido pela Agência da ONU para Refugiados, Acnur, e a cerimônia oficial de entrega será realizada em Genebra no dia 14 de outubro.
A laureada global deste ano, Irmã Rosita Milesi, é uma freira brasileira, advogada, assistente social e ativista que defende os direitos e a dignidade das pessoas em movimento há quase 40 anos.
Irmã Rosita ajudou pessoalmente milhares de pessoas em movimento as a ter acesso a documentação legal, abrigo, alimentação, assistência médica, treinamento de idiomas e acesso ao mercado de trabalho no Brasil.
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Como advogada, ela também tem sido fundamental na formulação de políticas públicas. Seu trabalho na lei de refugiados do Brasil de 1997, por exemplo, ajudou a ampliar os direitos deste grupo.
A medida garantiu um marco legal com mais proteção, inclusão e capacitação para as pessoas forçadas a fugir, em linha com os padrões internacionais definidos na Declaração de Refugiados de Cartagena de 1984.
Fonte: Nações Unidas.



