Climatologista da Unicentro analisa estudo que indicou 2024 como o ano mais quente já registrado no Brasil

Para o especialista, resultado é consequência, por exemplo, de maiores queimadas, industrialização em massa e fenômeno El Niño.

Foto: Arquivo/CulturaNews

07/01/2025 às 09:28 - Atualizado em 07/01/2025 às 09:31

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No calendário, 2024 já é página virada. Mas os resultados climáticos do ano que terminou terão muita influência em 2025.

Nesta terça-feira (7), o professor e climatologista da Unicentro, Sidnei Osmar Jadoski, comentou, em entrevista à Rádio Cultura, sobre um levantamento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divulgado na última sexta-feira (3), que aponta que 2024 entrou para a história como o ano mais quente já registrado no Brasil desde o início das medições em 1961.

Segundo o Inmet, a média das temperaturas no país durante o ano passado, atingiu 25,02ºC, ultrapassando em 0,79ºC a média história de 1991-2020, que é de 24,23ºC.

Trata-se de um dado preocupante, que resume o que os especialistas definem como emergência climática.

No entendimento de Jadoski, o resultado é consequência, por exemplo, de maiores queimadas, industrialização em massa e a presença do fenômeno El Niño.  Somado a isso, segundo Jadoski, considera-se também a presença do fenômeno El Niño, que apresentou intensidade de forte a muito forte, contribuindo significativamente para as temperaturas elevadas.

Veja a entrevista completa:

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