Nesta segunda-feira, 14 de abril, é comemorado o dia mundial do café, uma das bebidas mais apreciadas do planeta e que tem no Brasil um de seus maiores produtores e consumidores. Além de fazer parte da cultura e da rotina dos brasileiros, o café tem impacto direto na economia, no bem-estar e na saúde mental.
Segundo dados do setor, o Brasil é responsável por cerca de 40% da produção mundial de café. A bebida movimenta bilhões na economia, gera empregos no campo e está presente em mais de 98% dos lares brasileiros. Não à toa, o grão é considerado um símbolo de acolhimento, trabalho e identidade nacional.
Do ponto de vista científico, a cafeína presente no café é um estimulante natural que atua diretamente no sistema nervoso central. Ao ser consumida, ela bloqueia a ação da adenosina — substância responsável pela sensação de cansaço —, promovendo sensação de alerta, foco e até melhora no humor. Estudos também apontam benefícios para a memória e para a prevenção de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson.
Mas, como tudo em excesso pode fazer mal, especialistas reforçam a importância do consumo equilibrado. A recomendação geral de nutricionistas é de até três xícaras médias por dia, o equivalente a aproximadamente 400 mg de cafeína. Quantidades acima disso podem provocar efeitos colaterais, como insônia, irritabilidade, aumento da pressão arterial e taquicardia.
“Cada organismo reage de forma diferente, então é importante observar os sinais do corpo e evitar exageros, principalmente à noite ou em jejum”, orienta a nutricionista Bruna Pimentel, em entrevista ao Jornal ‘O Globo’.
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