O Paraná está enfrentando mais uma crise hídrica. Sexta-feira (1º de maio) o Governo do Estado decretou situação de emergência hídrica, reflexo da estiagem prolongada que tem afetado os níveis dos rios e o abastecimento de água. Num primeiro momento, fica proibido o uso de água tratada para atividades consideradas não essenciais. A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e outras concessionárias, no entanto, já estão autorizadas a adotar outras medidas.
A medida vale para todo o Paraná e é válida por seis meses. Com isso, já está proibido o uso de água tratada para atividades como:
– lavagem de calçadas, pátios e veículos;
– irrigação de jardins e gramados;
– enchimento de piscinas e outras atividades recreativas de alto consumo.
Além disso, as concessionárias de água estão autorizadas a adotar medidas complementares para garantir o abastecimento. Há possibilidade, então, de rodízios de abastecimento, intensificação do monitoramento e campanhas de redução de consumo.
O governo estadual aponta que 69% dos 291 pontos de captação operam fora da normalidade, sendo que 52,58% estão em condição de “rio baixo” e 16,49%, em situação de estiagem.
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