Instaladas em 2018 pela Prefeitura de Guarapuava, as lixeiras subterrâneas estão sem manutenção e causando incomodo pelo mau cheiro. Das 12 que foram instaladas, quatro estão em operação e apresentam algum tipo de problema. A manutenção tem alto custo e a atual gestão ainda não definiu que tipo de solução dará para o problema.
Um dos problemas é o acumulo de chorume que extravassa no momemtno que a lixeira é removida para coleta. “Se espalha pelo asfalto e pelas canaletas, por mais que eles lavem o mau cheiro fica”, explica Emanoele Mattos, que trabalha próximo de uma das lixeiras, instalada na XV de Novembro esquina com a Professora Leonídia, no Centro.
Em nota, a Secretaria de Comunicação da Prefeitura informou que a manutenção preventiva regular (lubrificação, pequenos reparos e também reformas pontuais, de maior porte) cessou em novembro/2022 e, posteriormente, de forma eventual vem sendo executada pela SURG.
Ainda segundo o município, foi orçado uma empresa para fazer a manutenção em 2024. Contudo, o valor de R$ 260 mil foi considerado inviável.
O futuro das lixeiras ainda é incerto, uma vez que seja a manutenção, seja a retirada vão onerar os cofres públicos.
Fedor no Calçadão
Sobre a lixeira instalada no Calçadão esquina com a Professora Leonídia, o município afirmou que foi aberta uma ordem de serviços para a SURG realizar o esgotamento do líquido acumulado no interior do equipamento e a remoção dos resíduos acumulados.
Orientação
Para minimizar o problema, a orientação é não jogar resíduos orgânicos nos contentores subterrâneos. A opção é deixar os resíduos nas lixeiras dos imóveis no momento da coleta, que no caso da Rua XV é diária.
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