A obra da Panificadora Escola, no bairro São Cristóvão, teve o contrato rescindido por parte da Prefeitura de Guarapuava. A medida abre caminho para finalização da construção, parada desde 2023.
O Termo de Extinção Contratual foi publicado em Diário Oficial no dia 29 de setembro. O documento aponta que a empresa abandonou o serviço.
Atualmente, são 83,66% de obra executada, conforme a última medição (02/10/2023, Medição 4). Inicialmente, o custo seria de R$270 mil, mas até a paralisação da obra, em 2023, o custo já estava previsto em R$570.
Os recursos são do Estado e foram repassados via Convênio n° 191/2021 pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas (SEDU).
A Prefeitura deverá agora tomar as medidas necessárias para garantir a continuidade do projeto ou a readequação da obra.Ainda não há decisão sobre como será contratada a finalização da obra.
Praça de papel
A Panificadora Escola está no terreno onde ficava o Pátio de Máquinas da prefeitura de Guarapuava. O local abriga a UBS Cezar Silvestri.
No local, foi anunciada em julho de 2024 pelo então prefeito Celso Góes, a Praça São Cristóvão, contudo, a praça só existia no papel. Não existe projeto detalhado, contrato com empreiteira, fonte de financiamento para obra ou sequer um orçamento de quanto ela custará.
Quando foi lançada, a administração apresentou um projeto arquitetônico, com uma imagem de como a obra ficaria se saísse do papel. Panfletos foram entregues pelo prefeito e sua equipe para moradores da região.
Com estrutura própria, a prefeitura demoliu os muros do entorno do antigo pátio e fez a terraplanagem do local. Mas não avançou.
No local existe a estrutura de um antigo posto de abastecimento de combustível. A retirada do equipamento requer equipe especializada, medida que ainda não foi tomada.
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