Antes de fazer qualquer intervenção no antigo pátio de máquinas do bairro São Cristóvão, a Prefeitura de Guarapuava precisa fazer um estudo de impacto ambiental causado pela oficina e posto de abastecimento do local.
“Processo inicial seria a retirada dos tanques e o estudo de fundo de cava, para verificar se houve vazamento, a partir desta etapa viriam as outras caso seja encontrada contaminação”, explicou Gabriel de Menezes Trevisan.
Segundo ele, se não for encontrada contaminação o projeto pode seguir normalmente. Mas, caso o solo esteja contaminado, é preciso recuperar a área.
O município não dispõe de pessoal e equipamentos para fazer esse estudo, por isso deve contratar uma empresa que atenda todas as exigências do Instituto Água e Terra (IAT). O processo de contratação ainda não iniciou.
Havendo contaminação, é preciso fazer um Plano de Gerenciamento de Área Contaminada. O tipo de procedimento vai depender do tipo de contaminação.
Uma possibilidade é retirar o solo do local e mandar para um aterro sanitário classe I. Outra forma é fazer um tratamento de descontaminação ou reabilitar.
De qualquer forma, qualquer outra obra só pode ser feita após esses procedimentos.
Promessa
No final de seu mandato, o então prefeito Celso Góes andou pela região prometendo a construção de um um parque no local. Mas, a obra sequer tinha um projeto executivo. E não poderia ser realizada antes de reseolver o problema ambiental.
Reportagem de Tonico de Oliveira.
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