A Prefeitura de Guarapuava quer aumentar a pista do Aeroporto Regional Tancredo Thomas de Faria, mas ainda não tem o terreno para realizar a obra. O projeto para obtenção de recursos foi elaborado com recursos da Sociedade Civil e protocolado na Secretaria de Infraestrutura e Logística do Estado no dia 13 de janeiro. O processo ainda não teve movimentação. A aprovação do projeto e liberação de recursos depende do primeiro passo: a negociação de três terrenos do entorno.

Tela de andamento do protocolo na página do e-Protocolo.
Nesta terça-feira (03/03) o prefeito Denilson Baitala (PL) e lideranças de entidades que pagaram a elaboração do projeto se reuniram com Sandro Alex (PSD), secretário de estado de Infraestrutura e Logística. Nenhuma medida concreta foi divulgada após a reunião, nem prazos para análise do projeto.
A assessoria da pasta foi questionada se o projeto será analisado mesmo sem a resolução do problema dos imóveis, que ainda não foram desapropriados ou negociados. A secretaria não respondeu.
Em nota, a Prefeitura de Guarapuava disse que “optou por conduzir o processo de forma amigável e transparente. Embora exista a prerrogativa legal para emissão de decreto de desapropriação, a orientação do prefeito Denilson Baitala é priorizar o diálogo e a construção de um acordo que atenda ao interesse público sem desconsiderar os direitos dos proprietários”.
Segundo a nota, ao menos três rodadas de negociação já foram realizadas com os proprietários. Nestas conversas foram apresentadas avaliações dos proprietários e agora o município está elaborando um levantamento sobre o valor dos imóveis.
Uma das possibilidades é a permuta, trocando uma área pública por parte do terreno particular que será usado pela prefeitura para ampliação do aeroporto.
Quando?
O Governo do Estado não deu resposta sobre quando vai analisar o projeto, mas publicamente já foram feitas várias declarações assegurando que o Governo do Estado vai bancar a obra.
No município, a tarefa principal é viabilizar o terreno. Em nota, a prefeitura disse que “enquanto o projeto não obtiver aprovação plena e definitiva, o município não realizará a aquisição de áreas ou a formalização de negócios que possam ser impactados por eventuais alterações técnicas — como mudanças de layout, traçado ou definição das áreas efetivamente necessárias”.
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