A Acig (Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava), CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), Sindirepa (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios), Sindicato Rural e Sindusmadeira (Sindicato das Industrias da Madeira) contrataram a empresa Orion Engenharia para elaborar o projeto para ampliação do Aeroporto Regional Tancredo Thomas de Faria, em Guarapuava. O custo de R$600 mil será bancado pelas próprias entidades. Os detalhes foram anunciados nesta quarta-feira (03/08).
Esse projeto deve ficar pronto até novembro de 2025 e será usada pela prefeitura de Guarapuava para captar recursos com os Governos Federal e Estadual. O objetivo é construir uma pista, pátio e terminal de passageiros capaz de receber aeronaves maiores que as atuais.
Com a saída da Azul, que deixou de operar no último domingo, o aeroporto está sem voos comerciais. Outras companhias não podem operar no local porque a pista não comporta as aeronaves utilizadas como o Boeing 737, A320 e Embraer 195.
Segundo Clairton Hammer, o consultor contratado para elaborar o projeto, será necessário ampliar o comprimento da pista para pelo menos 1700 metros (atualmente são 1300), a largura para 45 (atualmente são 30). Além disso, o pavimento terá que ser reforçado para suportar o peso dos aviões.
A parte operacional também vai exigir um pátio maior, pois o atual não comporta aeronaves maiores. Um novo terminal também será necessário, pois o atual atende simultaneamente 80 passageiros, menos que os 180-200 que embarcam nos jatos.
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