O ex-vereador de Guarapuava Alessandro Jorge Oreiko, o Sidão Oreiko, sua esposa e o irmão foram condenados em um caso que apurou a prática de “rachadinha” no gabinete parlamentar do União Brasil. Sidão foi condenado a 11 anos, 6 meses e 9 dias de reclusão, punição mais alta entre os condenados. A esposa foi condenada a 9 anos, 5 meses e 22 dias, e o irmão a 4 anos, 7 meses e 6 dias. A decisão é da 1ª Vara Criminal de Guarapuava e foi proferida no dia 9 de janeiro de 2026 pela juíza Érika Luiza Dias Pinto Taborda.
No caso de Sidão, o regime inicial é fechado, mas como cabe recurso a decisão não produz efeitos imediatos e ele seguirá respondendo em liberdade.
A investigação começou em 2021, pelo Ministério Público do Paraná (MPPR). EM 2022 uma operação cumpriu mandado de buscas contra o parlamentar e ele foi afastado do cargo pela Justiça.
A apuração apontava que ele indicava pessoas para ocupar cargos comissionados e cobrava vantagens delas, sob ameaça de serem demitidas se não o atendessem. O irmão e a esposa participavam o esquema.
Ele recebia os valores em dinheiro ou transferências bancárias, como Pix, ou em produtos como alimentos.
Os valores comprovados movimentados no esquema são de R$ 2.060, ainda que o Ministério Público sustente que o esquema era mais amplo.
Tanto ele quanto o irmão pressionavam os comissionados indicados por ele para devolverem o dinheiro.
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