Foi em 16 de junho de 1675 que Jesus apareceu pela última vez a Santa Margarida Alacoque. Esta data celebrativa faz parte do Jubileu pelos 350 anos destas aparições do Sagrado Coração ocorridas em Paray-le-Monial na França. Este período jubilar começou em dezembro de 2023 e irá terminar no dia 27 de junho de 2025, dia da Solenidade do Sagrado Coração.
Santa Margarida recebeu inúmeras aparições de Jesus ao longo de um ano e meio, nas quais Ele lhe revelou o seu Sagrado Coração e pediu a devoção. De fato, essas aparições foram cruciais para que a devoção se propagasse.
O Apostolado da Oração está intimamente ligado à devoção ao Sagrado Coração de Jesus, pois ao ser aprovado pelo Papa Pio IX como uma associação de fiéis, que nasceu para oferecer a vida e rezar pela missão da Igreja, o Santo Padre lhes pediu uma segunda missão: “cuidar da devoção ao Sagrado Coração de Jesus na Igreja”.
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As três grandes aparições
Dentre tantas aparições a Santa Margarida, três ganharam destaque. A primeira foi a que deu início às aparições, no dia 27 de dezembro de 1673. Nesta ocasião, Jesus apareceu à religiosa, mostrou-lhe o seu coração dilacerado e revelou seu grande amor para com os homens. Ele explicou que esta devoção a seu coração é o “último esforço de seu amor” para levar a redenção aos homens e restabelecer seu Amor nos corações.
A data da segunda grande aparição não é especificada, mas segundo a tradição foi em uma primeira sexta-feira do mês, no ano de 1674. Nesta aparição Jesus revela que seu amor pelos homens não é retribuído, mas ofendido e desprezado. Por isso, pede à Santa Margarida o ato de reparação pela ingratidão dos homens. E deste pedido nasce a Hora Santa, celebrada em muitos lugares na primeira sexta do mês.
A terceira e última aparição foi em 16 de junho de 1675. Com o peito aberto e apontando o próprio coração, Jesus disse: “eis o Coração que tanto tem amado os homens, que nada tem se poupado até se esgotar e consumir para testemunhar-lhes o seu amor. E em reconhecimento não recebo da maior parte deles senão ingratidões por meio das irreverências e sacrilégios, tibiezas e desdéns que usam para comigo neste Sacramento de amor. E o que me custa é serem corações a mim consagrados os que assim me tratam”.
Fonte: Canção Nova.



