“Projeto Comunhão e Partilha” ajudará financeiramente 305 seminaristas de várias partes do Brasil

O projeto surgiu como uma resposta concreta à celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, sendo desde então reconhecido como uma importante expressão de colegialidade entre os bispos do Brasil.

"Projeto Comunhão e Partilha" ajudará financeiramente 305 seminaristas de várias partes do Brasil. (Foto: CNBB).

10/03/2025 às 15:40

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A Comissão Especial para a Comunhão e Partilha da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reuniu-se na última sexta-feira, 7 de março, com o objetivo de avaliar quais dioceses que se inscreveram até o dia 31 de janeiro passado e estão aptas a receber os recursos do fundo do Comunhão e Partilha em 2025.

Criado pelos bispos do Brasil na 50ª Assembleia da CNBB, o Projeto Comunhão e Partilha organiza um fundo composto por uma contribuição uma contribuição mensal de 1,5% das receitas ordinárias das dioceses e arquidioceses do Brasil. A partir do recurso enviado, o programa oferece apoio significativo à formação de seminaristas em diversas etapas e também à formação permanente do clero diocesano e de padres no Colégio Pio Brasileiro, especialmente nas dioceses com dificuldades financeiras.

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Como é feita a distribuição dos recursos

Para 2025, os valores e critérios de distribuição dos recursos serão ajustados, com a manutenção do repasse mensal por seminarista, de acordo com a nova divisão das dioceses em grupos A (renda mensal da paróquia de até 25 mil reais), B (renda mensal da paróquia de até 30 mil reais)e C (renda mensal da paróquia de até 40 mil reais).

O programa, que desde 2012 é um marco na colaboração entre as Igrejas do Brasil, visa apoiar a formação de seminaristas e o desenvolvimento contínuo do clero, especialmente nas dioceses com menor capacidade financeira. Em 2025, o fundo do Comunhão e Partilha repassará mensalmente 450 mil reais mensais para contribuir na formação de seminaristas em todo país.

Aprovado na 50ª Assembleia Geral da CNBB, o projeto surgiu como uma resposta concreta à celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, sendo desde então reconhecido como uma importante expressão de colegialidade entre os bispos do Brasil. Com uma contribuição mensal de 1,5% das receitas ordinárias das circunscrições eclesiásticas, o programa oferece apoio significativo à formação de seminaristas em diversas etapas e também à formação permanente do clero diocesano, especialmente nas dioceses com dificuldades financeiras.