Polícia divulga fotos de procurados por morte de taxista em Guarapuava, em 2017

A Justiça decretou a prisão definitiva do trio. O taxista morto tinha 39 anos; o corpo dele foi encontrado em março de 2017, em uma estrada rural, um dia depois do desaparecimento.

Foto: Montagem CulturaNews/ Divulgação das imagens dos suspeitos (Polícia Civil)

23/06/2025 às 15:42 - Atualizado em 23/06/2025 às 17:55

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A Polícia Civil divulgou fotos de três procurados pelo crime de latrocínio contra um taxista, em 2017, em Guarapuava, afirma a corporação. Informou ainda que a Justiça decretou a prisão definitiva do trio.

Segundo a polícia, os homens são: Alexandro Brito da Rocha; Cristian Walter Araújo; e Michael Willian Camargo.

O taxista Jerson José Meira, de 39 anos, tinha seu ponto de táxi na rodoviária de Guarapuava. Ele saiu para fazer um corrida e desapareceu.

Taxista tinha 39 anos. Foto: Divulgação

O corpo dele foi encontrado no dia 23 de março daquele ano, em uma estrada rural, um dia depois do desaparecimento. Os responsáveis pelo crime fugiram com o carro da vítima.

A polícia pede para quem tiver informações sobre os homens procurados, que entre em contato pelos telefones: 197; 181 ou pelo (42) 3630-1741.

O que diz a defesa?

“NOTA A IMPRENSA

O criminalista Marinaldo Rattes, que defende os acusados Cristian e Michael, informa que resta pendente o cumprimento do mandado de prisão, contudo os clientes não são foragidos da justiça, apenas a defesa optou por não apresenta-los, tendo em vista que está pendente de julgamento dois recursos da defasa, sendo uma revisão criminal perante o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná e, um Habeas Corpus perante ao Superior Tribunal de Justiça.

Segundo Rattes, o recurso que tramita perante o Tribunal de Justiça do Paraná, possui parecer do Ministério Público que se coaduna com a tese de defesa e, portanto, a Procuradoria de Justiça ratifica o pedido da defesa para absolvição dos acusados.

Não é crível, que os acusados sejam presos e posteriormente absolvidos, demonstrando que a prisão era desnecessária, não podemos aceitar que erros judiciários permitam que pessoas inocentes sejam presas. É certo, que das provas colhidas nos autos não há possibilidades de Cristian e Michael tenham cometido o crime imputado a eles.”

A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Alexandro Brito da Rocha.

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