Trio responsável por empresa que vendia celulares importados é indiciado por estelionato em Guarapuava

Segundo a polícia, os envolvidos pediam o adiantamento dos valores, mas os aparelhos não eram entregues aos compradores.

Foto: Arquivo/Cultura News.

13/11/2024 às 17:10

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A Polícia Civil indiciou três pessoas pelo crime de estelionato em Guarapuava. Os envolvidos são responsáveis por uma empresa de produtos importados que vendia celulares e outros eletrônicos na cidade. Segundo a polícia, os envolvidos pediam o adiantamento dos valores, mas os aparelhos não eram entregues aos compradores.

Conforme a polícia, o esquema fez mais de 150 vítimas na cidade. Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (13), a Polícia Civil disse que a empresa MR Imports Ltda, especializada na venda de eletrônicos, atraia clientes com ofertas tentadoras de produtos como smartphones e laptops a preços competitivos, e exigia o pagamento antecipado.

No entanto, após receber os valores, a empresa não entregava os produtos e encerrou suas atividades sem ressarcir as vítimas. Os prejuízos ultrapassam meio milhão de reais, segundo a polícia.

A Polícia Civil também afirmou que durante as apurações mais de 150 boletins de ocorrência foram coletados, comprovando o uso de estratégias fraudulentas para ludibriar os consumidores e prolongar o golpe.

O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.

O Cultura News fez contato com a empresa por meio do perfil da loja no Instagram, mas até o momento não teve retorno. Caso a empresa se pronuncie, a reportagem será atualizada.

A empresa publicou um vídeo de esclarecimento na rede social, no qual aparecem três pessoas falando em nome da loja. Uma delas afirmou:

“A empresa vinha passando por sérios problemas com perdas de produtos importados. Com isso, a empresa já vinha acionando o jurídico para solucionar todos os casos de clientes que já estavam em atrasos. Após uma publicação minha, de uma nota de esclarecimento, as pessoas entenderam errado pensando que a loja iria sumir ou fechar. A gente queria ficar no interno e resolver esses casos antes que tomassem uma proporção grande. Isso tomou uma proporção errada. Infelizmente hoje eu e minha família nem moramos mais na mesma casa por diversas ameaças. A gente nunca teve a intenção de lesar nosso cliente ou sumir com da loja.”

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