Com a proposta já aprovada no Legislativo e a expectativa de que seja sancionada em breve pelo governador do Paraná, a oposição na Alep deve levar o caso ao Poder Judiciário. Ou seja, a tendência é que a questão seja judicializada através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que seria apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF). Entidades ligadas ao meio ambiente, inclusive, podem endossar a peça.

“Protocolizamos emendas que não foram analisadas. O substitutivo retira competências do Conselho Estadual do Meio Ambiente e mantém que o licenciamento de lançamento de efluentes será por decreto”, exemplificou o deputado Arilson Chiorato (PT). “É um projeto que segrega a mata nativa, invade a competência do Ibama, e analisa a partir da obra e não do impacto ambiental a ser causado. Está sendo tratorado aqui, é irregular e nós vamos à Justiça recorrer contra tudo isso que está acontecendo aqui”, acrescentou.