A Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), emitiu nota após o governo norte-americano publicar o texto sobre as novas taxações de produtos brasileiros. Quase 700 produtos ficaram de fora, inclusive alguns tipos de madeira e derivados.
A nota afirma que a entidade está “fazendo uma análise detalhada para identificar quais dos segmentos que representa estão incluídos nas possíveis exceções à tarifa de 50% e quais efetivamente serão impactados pela medida”.
“O documento é extenso e exige análises técnicas aprofundadas. Neste momento, nossas equipes técnicas e jurídicas, tanto no Brasil quanto no exterior, estão examinando minuciosamente os produtos específicos mencionados na Ordem Executiva, as condições para eventuais isenções, os possíveis desdobramentos em relação à investigação da Seção 232.”
“Estamos defendendo que o produto brasileiro nunca foi e nunca será uma ameaça ao produto americano, nós complementamos a demanda norteamericana que não tem produção local”, afirmou Paulo Roberto Pupo, superintendente da Abimci.
A seção 232 investiga supostas ameaças ao setor produtivo americano e envolve outros setores da economia.
Alívio na taxa
Um total de 694 produtos ficaram de fora da Ordem Executiva assinada nesta quarta-feira (30) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevando o valor da tarifa de importação de produtos brasileiros para 50%,
Entre as exceções estão produtos como suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo seus motores, peças e componentes. Também ficaram de fora do tarifaço produtos como polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos e fertilizantes.
No entanto, café, frutas e carnes não estão entre as exceções aplicadas pelos Estados Unidos, e serão taxados em 50%.
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