Conversas com inteligência artificial têm atraído cada vez mais gente em busca de apoio emocional, mas especialistas alertam: esses chats não substituem um profissional de saúde mental. Os sistemas usam padrões de linguagem para responder de forma natural, mas não entendem sentimentos de verdade.
O professor Victor Hugo Albuquerque, da Universidade Federal do Ceará, explica que os chatbots organizam as palavras com base em dados, não em raciocínio real. Já o Conselho Federal de Psicologia criou um grupo de trabalho para discutir regras e orientar as pessoas a não tratarem essas ferramentas como terapia.
Para o professor Leonardo Martins, da PUC-Rio, os chats podem ser úteis se bem feitos e criados por profissionais, mas usados do jeito errado podem até piorar problemas de ansiedade ou depressão. Outro risco é a falta de segurança dos dados, já que muitas conversas podem ser usadas sem que o usuário saiba.
Especialistas reforçam que, em momentos de crise ou sofrimento, o melhor caminho ainda é procurar ajuda de psicólogos, que têm preparo e responsabilidade legal para cuidar de cada caso.
As informações são da Agência Brasil
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