A Câmara de Vereadores de Guarapuava aprovou nesta segunda-feira (04/11) o projeto que corta cargos em comissão na prefeitura em 2025. O prefeito Celso Góes propôs extinguir 144 cargos em comissão. A medida foi aprovada por unanimidade pelos 18 parlamentares presentes.
Após sancionada, a quantidade de cargos vai cair de 255 para 111 na administração direta (não conta Surg e Fundação Proteger). Gós justificou a medida como “imprescindível, considerando as condições atuais da gestão pública e a necessidade de promover uma administração mais eficiente e econômica”.
A lei só entra em vigor no dia 31 de dezembro. Ou seja, só terá efeito na gestão do prefeito eleito Denilson Baitala (PL).
Diretorias
Dentre os cargos cortados estão sete funções de direção. Com a aprovação da lei serão extintas diretorias de departamentos como de Atenção à Saúde, da Divisão de Perícias Médicas, da Divisão de Atendimento ao Produtor Rural, de assuntos da Causa Animal, da Proteção Ambiental de Rios e Nascentes, de Transporte e Segurança Patrimonial e da Central de Triagem.
Foram mantidas somente cinco vagas para diretor com salário de R$ 10.913,47. As funções mantidas pelo projeto de lei seriam as de: diretor, diretor adjunto de licitações e contratos, diretor adjunto de compras, diretor de aeroporto regional, diretor de inovação e tecnologia.
Menos assessores
Dentre os cargos cortados estão o de Assessor Jurídico do Gabinete do Prefeito, Assessoria de Assuntos Institucionais, Assessor Legislativo (2 vagas), cargos com salário de R$ 15.143,28. Também deixa de existir o cargo de superintendente do Procon, com vencimento de R$ 10.526,11 e assessor do superintendente, salário de R$ 6.925,96.
Os cargos de assessor especial 1 e 2 não deixam de existir, mas o número reduz bastante. Assessor 1, que recebe R$ 10.913,47, cai de 10 para uma vaga. No caso de Assessor 2, que tem salário de R$ 8.310,96, a quantidade diminui de 12 para 2.
O corte mais significativo é nos cargos de assessor 1, que tem salário de R$ 6.925,96. A redução proposta é de 94 para 43 cargos. Na função de assessor 2, com salário de R$ 4.506,50, a redução será de 94 para 50 cargos.
A função de assessor jurídico, salário de R$ 8.310,96, reduz de 10 para 7. A assessoria jurídica especial da Controladoria Geral do Município, com o mesmo salário, será extinta. Também se pretende extinguir os sete cargos de assessor de assuntos comunitários (R$ 5.533,59), dois de assessor de relações públicas e comunicação social, um de obras e serviços públicos e outro de assessor especial de gabinete (ambos com salário de R$ 10.526,11).
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