Empresas suspeitas não tem ligação familiar com investigados, afirma MP

Empresas são de fora do município e agiam de modo organizado para fraudar licitações em Guarapuava.
01/07/2024 às 17:30

Compartilhe:

As empresas que são alvo das operações Abecedário e Fogo no Parquinho, desencadeadas nesta segunda-feira (1º/07) pelo Ministério Público do Paraná agiam de modo organizado para fraudar licitações de reformas de espaços públicos (principalmente escolas) e para construir parquinhos infantis. Essas empresa não tem relação com os agentes públicos investigados, o vereador e ex-secretário de Educação Pablo Almeida (Progressistas) e o engenheiro civil Fabiano Ferreira da Silva.

“Houve cumprimento de mandados em pessoas jurídicas ligadas aos agentes público, mas eles não são empresas que venceram licitação”, explicou a promotora Leandra Flores.

As empresas foram alvo, segundo ela, porque existe a possibilidade que estejam sendo usadas para recebimento de propina.

Outra investigação em andamento, na 7ª Promotoria do Ministério Público do Paraná, Comarca de Guarapuava, que apura possíveis irregularidades na compra de merenda escolar, tem como alvos empresas ligadas a agentes públicos.

Fique sempre por dentro das últimas notícias!

Junte-se ao nosso grupo no WhatsApp e receba em primeira mão as notícias, atualizações e destaques do CulturaNews.
Não perca nada do que está acontecendo!

Clique aqui e faça parte do grupo!