Família contrata advogado para acompanhar investigações da morte de Alcione, homem atropelado por viatura da PM

Atropelamento ocorreu no dia 30 de abril. Ele morreu após quatro dias, no Hospital São Vicente.

Alcione Antônio Rosa Pires trabalhava como tosador de ovelhas e atualmente enfrentava problemas de alcoolismo. Crédito: arquivo pessoa da família.

06/05/2024 às 12:08 - Atualizado em 06/05/2024 às 18:10

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A família de Alcione Antônio Rosa Pires, que morreu após ser atropelado por uma viatura da Polícia Militar, em Guarapuava, contratou um advogado particular e vai cobrar providências na Justiça. Foi o que afirmaram parentes à reportagem da Rádio Cultura.

Para família, o atropelamento não foi acidental e os responsáveis devem ser punidos. Rodolfo Aparecido Pires, 30 anos, irmão de Alcione, falou sobre a morte do irmão. 

Ana Cláudia Pires Ribeiro, 29 anos, sobrinha do Alcione, explicou que a família está revoltada e contratou um advogado para acompanhar o caso.

Ainda segundo Ana Cláudia, a família permitiu a doação dos órgãos, mas ela não foi realizada. 

Investigação

A Polícia Militar abriu um inquérito policial militar, mas ainda não ouviu os envolvidos. Até o final da manhã desta segunda-feira (06/05) a Polícia Civil ainda não havia aberto inquérito por homicídio culposo na direção de veículo automotor. 

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