A família de Alcione Antônio Rosa Pires, que morreu após ser atropelado por uma viatura da Polícia Militar, em Guarapuava, contratou um advogado particular e vai cobrar providências na Justiça. Foi o que afirmaram parentes à reportagem da Rádio Cultura.
Para família, o atropelamento não foi acidental e os responsáveis devem ser punidos. Rodolfo Aparecido Pires, 30 anos, irmão de Alcione, falou sobre a morte do irmão.
Ana Cláudia Pires Ribeiro, 29 anos, sobrinha do Alcione, explicou que a família está revoltada e contratou um advogado para acompanhar o caso.
Ainda segundo Ana Cláudia, a família permitiu a doação dos órgãos, mas ela não foi realizada.
Investigação
A Polícia Militar abriu um inquérito policial militar, mas ainda não ouviu os envolvidos. Até o final da manhã desta segunda-feira (06/05) a Polícia Civil ainda não havia aberto inquérito por homicídio culposo na direção de veículo automotor.
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