O Corpo de Bombeiros de Guarapuava recebeu nesta sexta-feira (9) um novo caminhão de combate a incêndios e salvamento, avaliado em R$ 1,3 milhão. O veículo é um modelo Auto Bomba Tanque Resgate (ABTR), considerado o mais moderno da frota do Paraná, com tecnologia de ponta para atender ocorrências em 21 municípios da região.
O caminhão foi entregue oficialmente pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, durante solenidade no município, e vai atuar no reforço da estrutura operacional da corporação.
Curiosidades sobre o novo caminhão ABTR
Possui tanque com capacidade para 5 mil litros de água e sistema de pressurização de alta vazão.
Conta com gerador próprio de energia, torre de iluminação e equipamentos para resgate veicular e salvamento em altura.
Está equipado com cabine reforçada, guinchos elétricos, compartimentos inteligentes e suporte para ferramentas hidráulicas de corte e expansão.
A viatura possui sistema de controle eletrônico com sensores e monitoramento em tempo real das operações.
O comandante do 12º Grupamento de Bombeiros, tenente-coronel José Adriano Prado Spak, comemorou a conquista:
“Esse caminhão novo é o mais moderno da frota do Estado do Paraná. Ele vem compor a nossa frota de viaturas operacionais e trazer mais celeridade aos atendimentos. Atendimentos mais ágeis, com equipamentos mais modernos. Isso traz benefício a toda a sociedade.”
Nova sede dos Bombeiros é inaugurada com investimento de R$ 12 milhões
Durante a mesma cerimônia, foi inaugurada oficialmente a nova sede do 12º Batalhão de Bombeiro Militar. O prédio foi totalmente reconstruído, com um investimento de R$ 12 milhões entre obras e compra de equipamentos.
A nova estrutura integra, em um só espaço, os setores administrativos, operacionais e técnicos da corporação, oferecendo acessibilidade e melhores condições de atendimento à população.
“Nós conseguimos centralizar num único espaço, com melhores condições de trabalho e condições de receber com espaços acessíveis a todos, a fim de prestar um serviço ainda com mais eficiência e eficácia”, disse o comandante.
Ele explicou ainda que a antiga sede precisou ser demolida, e a equipe operou por mais de dois anos em espaços improvisados:
“Para construir esse sonho e ele se concretizar, nós tivemos que demolir o quartel antigo, literalmente todo ele, iniciar a construção do zero. O setor operacional foi realocado nas instalações do DER e a parte administrativa em um espaço no centro.”
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