Pedido de cassação de Kenny do Cartório segue parado na mesa de Pedro Moraes (MDB)

Protocolado em fevereiro, pedido foi lido em Plenário, durante sessão ordinária, mas não teve encaminhamentos. 

Foto: Reprodução/Rádio Cultura

07/04/2025 às 10:38

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O pedido de cassação do mandato do vereador Kenny do Cartório (MDB), lido em fevereiro na Câmara de Vereadores de Guarapuava, segue parado na mesa do presidente Pedro Moraes (MDB). 

Segundo a assessoria da Casa, a equipe Jurídica está analisando o pedido feito por um cidadão. A assessoria também informou que houve mudança da equipe jurídica e que os novos membros estão trabalhando no caso.

O presidente da Comissão de Ética, vereador Gilson da Ambulância (PSB), confirmou que o caso ainda não chegou para Comissão. Caso seja encaminhado, o pedido será avaliado por Gilson, o relator Ike Silvestri (PP) e o membro Vardinho (Cidadania).

O pedido foi realizado no dia 13 de fevereiro pelo cidadão Lucas Castro de Deus. Na época, ele afirmou à reportagem que colheu mais de 1400 assinaturas em uma petição pública online de pessoas que desejam a cassação do vereador. 

O motivo argumentado no pedido é o “ocorrido no Jordão onde o referido vereador, em visível estado de embriaguez, com a carteira de habilitação cassada, tentou fugir do local de um incidente envolvendo crime de trânsito”. 

Ele argumenta, ainda, que a conduta “fere a moralidade e a ética pública que devem ser observadas por todos os agentes públicos”. 

Formulado em uma página, o pedido apresenta como base o artigos do Código Penal e de Trânsito e da Lei do Regime Jurídico dos Servidores Públicos. 

Caso Kenny

No último dia 21 de dezembro de 2024, o vereador, que até então só havia sido diplomado, se envolveu em um acidente que causou o atropelamento e terminou na morte de um idoso de 82 anos, que caminhava pela calçada da Avenida Rubens Siqueira Ribas, Bairro Jordão. 

Segundo a Polícia Civil, Kenny, de 26 anos, foi preso ao tentar fugir e tinha sinais de embriaguez. Ele ficou preso por menos de 48 horas e foi solto da Cadeia Pública de Guarapuava após pagar fiança de 15 salários mínimos, que totalizou um valor de pouco mais de R$ 21 mil.

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