O vereador Pablo Almeida (Progressistas) foi um dos alvos da Operação Abecedário, realizada pelo Ministério Público do Paraná nesta segunda-feira (1º/07) e que investiga possíveis fraudes em licitação para reforma de prédios públicos, principalmente escolas. O parlamentar não é alvo da Operação Fogo no Parquinho, também desencadeada nesta segunda.
Por que Pablo foi alvo?
Segundo o Ministério Público, Pablo teria recebido propina de uma organização criminosa que atuava fraudando licitações em Guarapuava.
“Ele atuou na licitação, até informações que temos, ele atuou fazendo requisição preliminar e com isso definido objeto que no entendimento do MP é bastante amplo e deixa muito aberto a possibilidade de uma negociação na hora do cumprimento”, disse Leandra Flores, promotora do caso.
Segundo ela, eram essas características das licitações que favoreciam a prática criminosa.
Quanto e como ele teria recebido propina?
A participação, segundo o órgão de controle, era feita com base em pagamento de propina. O então secretário de Educação teria recebido R$ 12 mil entre 2021 e 2023 oriundos do esquema. O valor foi pago em conta de um filho do político, segundo o MP.
O parlamentar ainda não se manifestou sobre o assunto. Pablo afirmou à reportagem que está tratando assuntos familiares e que assim que tiver condições atenderá ao pedido de entrevista.
Pablo retornou ao Poder Legislativo em 1º de abril de 2024. Eleito vereador com a maior votação das eleições 2020, ele se licenciou logo no início da legislatura para ser secretário de Educação na gestão Celso Góes (Cidadania).
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