VIII Jornada Mundial dos Pobres começa no próximo dia 10

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora, celebrará a data até o dia 17.

VIII Jornada Mundial dos Pobres começa no próximo dia 10. (Imagem divulgação).

07/11/2024 às 15:40

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No próximo domingo, 10 de novembro de 2024, a Igreja celebra a VIII Jornada Mundial dos Pobres. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora, celebrará a data até o dia 17.

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Anualmente, o evento é celebrado em torno de um tema e um lema, que este ano serão “Ouve o meu clamor” e “A oração do pobre eleva-se até Deus” (Eclo 21,5), respectivamente. “O Papa Francisco,ao instituir esta data, enxergou a oportunidade em construir processos de formação, reflexão e gestos concretos nas comunidades e com as pessoas em situação de vulnerabilidade ou extrema pobreza”, explica Alessandra Miranda, assessora da Comissão Sociotransformadora da CNBB.

“No Brasil, iniciamos a ação no domingo que antecede o Dia Mundial dos Pobres”, prossegue a assessora. “O objetivo para a realização é que, as comunidades, grupos e pastorais se preparem para a vivência plena deste tempo da graça de Deus junto aos empobrecidos”.

A aplicação do tema e do lema da campanha serão refletidos em algumas ações propostas pela comissão da CNBB. “Na carta enviada pelo Papa Francisco, em decorrência do VIII Dia Mundial dos Pobres, ele diz: ‘A oração do pobre eleva-se até Deus’ (cf. Sir 21, 5). No ano dedicado à oração, em vista do Jubileu Ordinário de 2025, essa expressão da sabedoria bíblica é ainda mais oportuna a fim de nos preparar para o Dia Mundial dos Pobres”, detalha Alessandra.

A oração, de acordo com a assessora da Comissão Sociotransformadora, chega à presença de Deus pois é uma prece dos pobres e mais necessitados. “Reflitamos sobre esta Palavra e ‘leiamo-la’ nos rostos e nas histórias dos pobres que encontramos no nosso dia a dia, para que a oração se torne um modo de comunhão com eles e de partilha do seu sofrimento. Ouvir o clamor do povo nos dá a possibilidade e responsabilidade, enquanto igreja missionária, ir ao encontro e escutar os clamores, as dificuldades e desafios encontrados para a sobrevivência e garantia da dignidade”, pondera.

Fonte: CNBB.