Com mais de 300 mil pessoas, Unidades de Conservação do Paraná batem recorde de visitação

O Parque Estadual Salto São Francisco da Esperança, entre Prudentópolis, Guarapuava e Turvo, recebeu 6.858 visitantes.

São Francisco da Esperança teve aumento significativo no número de visitantes Foto: José Fernando Ogura/Arquivo IAT

26/07/2024 às 15:00

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As Unidades de Conservação (UCs) do Paraná administradas pelo Instituto Água e Terra (IAT) alcançaram pela primeira vez a marca de 300 mil visitantes em um único semestre. Ao todo, 305.160 pessoas frequentaram os parques estaduais entre janeiro e junho de 2024, quantitativo 5% superior ao mesmo período ao ano anterior (288.036 pessoas). O levantamento leva em consideração 24 unidades abertas à visitação – o Parque Estadual Pau Oco (Morretes), Mata dos Godoy (Londrina) e Ilha das Cobras (Paranaguá) estão fechados temporariamente.

O estudo elaborado pela equipe da Diretoria de Patrimônio Natural (Dipan) do órgão ambiental revelou que duas UCs se destacaram no período. O Parque Estadual Salto São Francisco da Esperança, entre Prudentópolis, Guarapuava e Turvo, no Centro-Sul do Estado, recebeu 6.858 visitantes, um incremento de 211% em relação ao primeiro semestre de 2023 (2.199 pessoas). O número é, inclusive, superior ao alcançado durante o ano passado inteiro (6.416).

Em números absolutos, quem mais atraiu turistas foi o Parque da Ilha do Mel, em Paranaguá, no Litoral, com 118.319 frequentadores, um acréscimo de 32% em relação aos seis primeiros meses de 2023 (89.420 pessoas).

IAT alerta para o consumo de água de fontes que abastecem Unidades de Conservação

O mau hábito de alguns frequentadores das Unidades de Conservação do Paraná (UCs) que fazem descarte irregular de resíduos como embalagens, restos de alimentos e até fezes, faz com que o Instituto Água e Terra (IAT) reforce o pedido para que as pessoas evitem o consumo de água das fontes naturais dos parques. É que essa sujeira deixada por visitantes por vezes resulta em um grande teor de matéria orgânica na água, o que pode causar algumas reações indesejadas para quem consome, como doenças causadas por bactérias.

O órgão ambiental recomenda que para a ingestão é necessário a aplicação de algum método de desinfecção, como partilhas de cloro, produzido exclusivamente para o consumo humano.

Fonte: com informações da AEN-PR

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