Como evitar golpes e comprar presentes para o Dia das Crianças sem preocupações

Com o aumento de fraudes on-line e de venda de produtos falsificados, autoridades alertam os consumidores a redobrar a atenção nas compras pela internet

Foto: Divulgação

08/10/2024 às 16:00

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O Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, é uma das datas mais aguardadas pelos pequenos, mas se tornou um período atrativo para golpistas e vendedores de produtos falsificados ou irregulares. À medida que o comércio digital cresce, também aumentam as fraudes e os golpes, principalmente nas compras on-line.

De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor é crucial que os consumidores estejam atentos e adotem medidas de segurança ao fazer suas compras, seja em lojas físicas ou em ambiente digital.

Dicas para evitar golpes nas compras do Dia das Crianças

1. Compre de lojas confiáveis: prefira estabelecimentos conhecidos, com boa reputação no mercado e que ofereçam canais de atendimento ao consumidor.  

2. Desconfie de preços muito baixos: se um brinquedo está sendo vendido muito abaixo do preço médio, desconfie. Isso pode ser um indício de falsificação ou de golpe.  

3. Verifique se o site é seguro: antes de inserir seus dados pessoais ou de fazer um pagamento, certifique-se de que o site tem criptografia de segurança (representado por um cadeado ao lado do URL).  

4. Pesquise avaliações de outros consumidores: ler a opinião de quem já comprou pode ajudar a identificar vendedores confiáveis e evitar problemas.  

 5. Cheque a presença do selo do Inmetro: no caso de brinquedos, de eletrônicos e de produtos infantis, é fundamental verificar se eles têm o selo de qualidade do Inmetro para garantir que passaram por testes de segurança.  

O impacto da pirataria no Brasil

Além de expor a saúde dos consumidores a produtos de baixa qualidade, a pirataria afeta diretamente a economia brasileira por causar perda de empregos e sonegação de impostos. Estima-se que, no Brasil, a falsificação tem um impacto econômico e social significativo, causando uma perda anual estimada em cerca de R$ 453 bilhões, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse valor reflete na arrecadação de impostos, na perda de empregos formais e no prejuízo à indústria nacional, que compete de maneira desigual com produtos pirateados.   

A pirataria também fomenta o crime organizado, uma vez que o comércio de produtos ilegais está frequentemente associado a outras práticas ilícitas, como contrabando e lavagem de dinheiro, ampliando os desafios para as autoridades na sua repressão.  

*Com informações do Ministério da Justiça

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