Cachorros são encontrados mortos dentro de sacos em matagal nas imediações do Parque do Jordão

Protetores de animais da cidade alertam que caso não é isolado em Guarapuava.

Foto: Divulgação/ Evandro Brito

24/06/2025 às 19:19 - Atualizado em 24/06/2025 às 19:59

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Cinco cachorros foram encontrados mortos na última segunda-feira (23) dentro de sacos amarrados e jogados em um matagal nas imediações do Parque do Jordão, em Guarapuava. As imagens estão repercutindo nas redes sociais e mobilizando protetores de animais da cidade.

O professor universitário Evandro Brito, que localizou os sacos, contou que costuma frequentar a região para alimentar cães em situação de rua que circulam pelo local.

 

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“Sempre coloco rações para os cachorros de lá. Estava ali, esperando para ir embora e tinha um cachorro que não estava voltando, ele é bem branquinho. Fiquei chamando e vi algo branco no mato, me pareceu que era ele. Quando vi era um saco”, relatou ao CulturaNews.

Evandro gravou vídeos e fez fotos do momento em que desamarra os sacos e encontra os animais mortos. Em uma das gravações, ele narra bastante abalado:

“Mataram um monte de cachorro…! Ô meu Deus…! […] E vem jogar aqui, onde eles sabem que a gente vem trazer os cachorros para comer. Que barbaridade…!”,

Ele também contou que, no último dia 12, encontrou um gato morto na mesma região, com sinais de muita crueldade.

A situação gerou comoção. Protetores de animais da cidade ofereceram apoio a Evandro e se mobilizaram para dar encaminhamento ao caso. As imagens estão ganhando força nas redes sociais com o alerta de que esse tipo de crime não é isolado em Guarapuava.

Foi a protetora Grazielle Losso, responsável por uma ONG de proteção animal, quem organizou a destinação dos corpos para autópsia no departamento de Veterinária, no Cetedeg, da Unicentro.

“Eu vi o vídeo. Quando o Evandro encontrou e mandou para todo mundo, eu fiz essa orientação porque ele já ia enterrar os cães. Então orientei ele a pegar os animais pra gente fazer os exames e dar sequência em um processo. Através da ONG a gente consegue formalizar esse processo e pedir esclarecimentos da Justiça”, explicou.

Grazielle destacou que a ONG mantém uma parceria com o Cetedeg justamente para casos como esse.

A reportagem fez contato com a Polícia Civil para verificar se o caso já foi comunicado e se há algum suspeito. A corporação respondeu que irá apurar informações.

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