O advogado criminalista Marinaldo Rates, que atua na defesa de Danilo Dominico (PP), afirmou que seu cliente não recebeu vantagens e não sabia que assessores que atuavam na Secretaria de Habitação, comandada por ele, cometiam estelionato vendendo numeração predial em invasões de áreas públicas.
“Digo, com bastante tranquilidade, que por parte do vereador Danilo, elenão recebeu nenhum valor desta suposta vítima, isto porque não há nenhum elemento probatório nos autos e na investigação preliminar, elementos que demonstrem que houve esse repasse ou depósito em dinheiro para o vereador”, afirmou Marinaldo Rates.
Ele defendeu a necessidade de separar as condutas, apontando que não se pode imputar ao então secretário a responsabilidade por eventual prática criminosa de subordinados.
Na terça-feira (24/06), o Ministério Público do Paraná (MPPR) desencadeou a Operação Terra Prometida, que investiga a cobrança de R$30 mil de uma cidadã para ‘legalizar’ um terreno público na invasão do Caic, na Vila Bela. Danilo e outras quatro pessoas são suspeitos e devem ser enquadrados nos crimes de associação criminosa e estelionato praticados com abuso da função pública.
Assista a entrevista na íntegra
Além de Danilo, Marinaldo representa Bruno Martins, atual assessor do vereador e apontado como um dos responsáveis por tentar impedir que a suposta vítima procurasse o MPPR.
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