Inconsistências na Lei Orçamentária Anual 2025 da Prefeitura de Guarapuava desencadearam uma guerra entre Legislativo e Executivo em Guarapuava. Na primeira entrevista sobre o tema, o presidente da Câmara, Pedro Moraes (MDB), reconheceu falhas na Lei, mas considerou os problemas pontuais e que poderiam ser resolvidos com diálogo.
“Nunca quisemos um embate com Baitala, tudo isso se dá porque na Câmara teve eleições”, disse Moraes. Segundo ele, desde a disputa pela presidência da Casa de Leis ocorreu uma campanha de difamação contra ele por parte de pessoas próximas ao prefeito Baitala.
Assista a entrevista na íntegra
“O que faltou foi diálogo do da secretaria de Finanças com a Câmara”, afirmou, completando que o Legislativo está aberto para corrigir os problemas da lei caso o prefeito encaminhe os projetos para apreciação.
O prefeito Denilson Baitala (PL), contudo, optou por judicializar o caso em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) e demorou 20 dias para abrir o sistema de gestão financeira do município.
Erros são pequenos
“Tivemos em algumas planilhas pequenos erros, mas se você analisar o texto da Lei Orçamentária não existe problema, porque o prefeito tem possibilidade de remanejamento de 3% do Orçamento e estamos falando de pouco mais de R$10 milhões”, afirmou Pedro.
O presidente do Legislativo considerou que o pano de fundo da Adin que foi proposta pelo Executivo é o desinteresse em pagar as emendas propostas pelos vereadores, classificadas por Pedro como uma conquista da Casa e demonstração de independência.
O pedido Judicial quer executar o Orçamento sem as emendas e com possibilidade de remanejamento dos gastos de 17% (no Orçamento 2025 a previsão é 3%).
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